É Possível Ser Feliz Sem Deus?

Essa é uma pergunta profunda que muitos cristãos responderiam rapidamente com um profuso e sonoro: Não!

Mas ai cabe a reflexão: Ninguém pode ser feliz sem Deus?

Se esse é o caso, então o “Deus da liberdade”, o instituidor do Livre-Arbítrio pode não ser tão libertário como parece. Uma vez que condiciona a Sí mesmo a existência do bem.

E se for assim, todo ateu tem o direito de pensar que ou os cristãos estão errados em pensar assim de Deus, ou este Deus cristão é injusto mesmo, se é que existe.

Afinal de contas,

Se eu não posso ser feliz sem Deus, então não sou livre realmente. Continue lendo

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Valor da liberdade

Só conhece o valor da liberdade, quem já viveu condenado. Um ex-criminoso depois de cumprir sua sentença. Um ex-viciado, depois de alcançar cura. Uma ex-prostituta, depois de deixar as esquinas cruéis. A condenação cega e torna moribundo. Suga vida. Deixa marcas. E o homem nasceu condenado.

Por haver pecado, há salvação. Por haver condenação, há graça. E a graça já existia antes da condenação. Cristo veio ao mundo oferece-la a todos. “A luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz.”

Com a prática do mal, o homem perdeu a sensibilidade e não compreende o valor do livramento que recebeu. Não compreender, outrora, se torna em não crer. E por não termos fé, deixamos de receber o único livramento gratuito. “Quem crê, será salvo”. Simples assim. Aquele que crê em Jesus não é condenado. É considerado justo, e inocente. É perdoado. Continue lendo

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Meditação da Mulher 2012 – Antes mesmo d e eu pedir

Deleite-se no Senhor, e Ele atenderá aos desejos do seu coração. Salmo 37:4, NVI

Beatrice ligou do estado de Virgínia, nos Estados Unidos, para minha casa na Inglaterra. Fiquei muito feliz por ouvi-la. Havíamos conversado por cerca de uma hora quando, de repente, percebi que minha cozinha estava cheia de fumaça. Corri para lá e descobri que o micro-ondas não se havia desligado automaticamente após um minuto, como era de esperar, mas ficara ligado por uma hora inteira. O assado estava em chamas e uma fumaça espessa enchia a cozinha, a ponto de eu mal poder respirar. Desliguei o micro-ondas e abri todas as janelas. Mais tarde, tentei limpar o micro-ondas, porém ele não funcionou mais. Mesmo assim, eu estava muito grata porque Deus havia cuidado do fogo antes que ele se transformasse em algo desastroso.

Não me esqueci de dar um testemunho acerca do incidente no dia seguinte, na Escola Sabatina. Mesmo tendo que comer alimento frio, já que não tinha dinheiro para comprar um micro-ondas novo, não me queixei. Deixei o desejo do meu coração nas competentes mãos de Deus e me esqueci do assunto.

O som da campainha me acordou na manhã seguinte. Quando abri a porta, vi um dos teologandos do Newbold College e sua esposa, Yohanna. Com um largo sorriso, eles seguravam um forno de micro-ondas novinho em folha! Minha alegria me deixou tão confusa que fechei a porta na cara deles! Quando finalmente os convidei a entrar, o jovem pastor se desculpou por ter chegado sem aviso. Depois disse que meu testemunho lhes dera a oportunidade de me ajudar. Desde que eu ficara doente, ele e sua esposa estavam querendo me auxiliar de algum modo, mas não sabiam o que fazer. Assim, ficaram contentes por saber que eu precisava de um micro-ondas.

Rapidamente compraram um, antes que alguém mais pensasse em fazê-lo. Perplexa, observei enquanto o instalavam para mim, e até consegui expressar-lhes meu agradecimento.

Esse é o nosso Deus fiel, que nunca falha com os que Lhe pertencem. Às vezes, Ele nem mesmo espera que peçamos, e nos concede o desejo do nosso coração ou supre nossas necessidades. Naquele dia, me convenci de que pertenço à grande família de Deus. Seus membros O temem e estão prontos a obedecer à Sua voz quando Ele fala ou os envia para ajudar alguém. Isso me deu um vislumbre do Céu, onde todos serão guardadores uns dos outros. Sou reconhecida para com o Senhor por Sua graça, que é abundante para todos.

Mabel Kwei

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Meditação da Mulher 2012 – Combatendo as lesmas

Apanhem para nós as raposas, as raposinhas que estragam as vinhas, pois as nossas vinhas estão floridas. Cantares de Salomão 2:15, NVI

Meu esposo e eu fomos solicitados a trabalhar na grande ilha do Havaí. Chegando lá, descobrimos que comestíveis e outros produtos eram muito caros. Não nos deveríamos ter surpreendido, pois o Havaí é uma ilha de turismo e quase tudo é transportado do continente para lá.

Como gostamos de horticultura, decidimos fazer uma horta. Meu sonho era plantar milho, quiabo, vagem, coentro e vários tipos de verdura. Se fôssemos bem-sucedidos, poderíamos custear algumas de nossas despesas com mercearia. Fomos muito abençoados, porque um amigo nos emprestou ferramentas e até nos ajudou a fazer os canteiros. Fiquei encantada, porque em pouco tempo tínhamos uma enorme horta, com muitos tipos de vegetais. Deus foi muito generoso, ao enviar as chuvas à noite e o Sol durante o dia. Mas, enquanto as novas plantas germinavam, notamos que as folhas tenras desapareciam. Os culpados? Enormes, gigantescas, feias lesmas. Fiquei tão aborrecida que comecei a matá-las com uma enxada. Todas as manhãs, lá estava eu na horta, matando aquelas irritantes lesmas. Não pude deixar de declarar guerra contra elas.

Em pouco tempo, a horta se mostrava luxuriante e saudável, porque as inimigas tinham sido eliminadas. Senti-me vitoriosa e feliz. As plantas estavam robustas e cresciam rapidamente. O Senhor foi gracioso em abençoar nossa horta e, quando chegou o tempo da colheita, nós tínhamos muito para partilhar com outros da região. Apesar daquelas incômodas lesmas, vimos os frutos do nosso labor. Mas não foi um combate de um dia só. Foi uma batalha contínua, diária, até que os inimigos fossem aniquilados.

Quando me recordo dessa experiência, não posso deixar de pensar em nossas batalhas contra o inimigo da nossa alma. Efésios 6:12 diz: “Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso.” Diariamente, precisamos lutar contra nossas fraquezas também – nossa negligência em ler a Palavra, nossa falta de efetiva comunhão com Deus, desperdiçando tempo precioso em outras atividades inúteis. Essas fraquezas são as “lesmas” que precisamos combater, a fim de que nossa vida espiritual funcione em harmonia com a vontade do nosso Pai celeste.

Ofélia A. Pangan

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Inspiração Juvenil 2 012 – O Menino que P erdeu o Nome

Chamei-te pelo teu nome, tu és Meu. Isaías 43:1

– Eu não quero fazer oração! – reclamou o pequeno Daniel, de três anos de idade, na hora de dormir.

– Vamos lá! – a mãe tentou persuadi-lo.

– Não mesmo! Não quero! – E Daniel pulou para a cama, cruzou os braços e fez cara feia.

Mamãe sentou-se na cama dele.

– Você sabe por que escolhemos o nome Daniel para você? – perguntou ela.

Daniel balançou a cabeça.

– Porque Daniel foi um homem que sempre orava. Lembra-se de que ele foi jogado na cova dos leões porque queria continuar fazendo oração? Deus o livrou porque ele orava.

– Não me importo – retrucou Daniel. – Não quero fazer oração.

– Está bem – disse a mamãe, levantando-se. – Acho que não poderemos mais chamá-lo de Daniel daqui para a frente. Você será apenas um menino sem nome.

Na manhã seguinte, quando Daniel apareceu para o desjejum, ouviu a seguinte saudação:

– Oi, garoto! Sente-se aqui e tome o seu leite.

– Meu nome não é garoto; é Daniel – disse ele, mas sua mãe fez de conta que não ouviu.

– Quer uma torradinha, garoto? – perguntou ela.

Durante todo aquele dia, ninguém o chamou pelo nome. Ele começou a ficar com pena de si mesmo. Finalmente, decidiu fazer oração – e obteve seu nome de volta.

Não são apenas os meninos de três anos que querem ser chamados por seu nome; todos, de 3 a 93, acham que seu nome é o som mais doce na face da Terra!

Nosso nome nos distingue de todas as demais pessoas. Ser chamado pelo nome faz com que nos sintamos reconhecidos como um indivíduo, alguém importante.

Gostamos das pessoas que se lembram do nosso nome. Quando esquecem, concluímos que não se importam muito conosco.

Aqui estão algumas formas de recordar nomes:

1. Certifique-se de ter entendido bem o nome na primeira vez em que o ouve. Não hesite em pedir que a pessoa o repita.

2. Use o nome imediatamente, na conversa.

3. Anote o nome, por escrito.

4. No fim do dia, procure relacionar nomes e fisionomias.

5. Use o nome da pessoa, cada vez que for cumprimentá-­la.

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Meditação da Mulher 2012 – O Medo de Mar tinho

O Senhor é misericordioso e compassivo; longânimo e assaz benigno. Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades.
Salmo 103:8, 10

– Martinho, venha cá! – A Sra. Lutero estava carrancuda e segurava um chicote na mão.

– Sim, mamãe. – Martinho tremia enquanto se aproximava da zangada senhora.

– Você pegou uma noz da cozinha. Isso é furtar! Nenhum filho meu vai ser um ladrão! – A Sra. Lutero gritava, batendo com o chicote nas pernas e costas de Martinho.

– Me perdoe, mamãe! Não vou fazer isso de novo! – gritava Martinho, mas ela continuou o espancamento até o sangue começar a correr.

– Isso deve ensinar-lhe uma boa lição, rapazinho! – disse ela, colocando o chicote de lado. – Seu pai vai ficar sabendo.

Durante o dia inteiro, Martinho ficou preocupado com o que aconteceria quando seu pai voltasse para casa. “Ele provavelmente vai me dar outra surra”, pensou Martinho. “Não vou levar mais uma. Vou fugir desta cidade. Vou para tão longe, que eles nunca mais me encontrarão.”

Martinho escapuliu de casa e correu pelas ruas estreitas. Passou correndo pelas minas e fornalhas fumegantes do outro lado da cidade.

Viu árvores e campos a distância, mas estava ficando escuro, e ele se sentia cansado.

“Vou procurar um lugar onde dormir agora”, pensou ele. “Amanhã de manhã vou para o campo.” Olhando ao redor, descobriu uma velha casa. Parecia que ninguém morava ali. Martinho encolheu-se ao lado da casa e tentou dormir.

Já estava escuro quando seus pais perceberam sua ausência. Procuraram-no por toda parte, achando que poderia estar escondido dentro de casa. Quando não o encontraram, pediram que os vizinhos os ajudassem a procurar pela cidade. Por fim encontraram Martinho – com frio, fome e medo – perto da velha cabana.

Voltou para casa com eles, mas depois daquilo empenhou-se por ser bom, a fim de não ser castigado de novo. Tinha medo de seus pais e de Deus. Achava que Deus era mesquinho e cruel, como seus pais. Quando cresceu, Martinho Lutero descobriu que Deus não é assim, de jeito nenhum!

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Meditações Diárias 2 012 – Milagre na Aut oestrada

Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. Lucas 10:31
Não acredito no acaso. Nem acredito em sorte. Acredito na graça. Graça significa que coisas boas acontecem mesmo num mundo cheio de maldade. Graça significa que Deus está trabalhando para fazer com que coisas boas aconteçam. Para o observador desavisado, parece obra do acaso ou da sorte; mas a pessoa que conhece Jesus, cheio de graça, sabe que é obra da graça.

Ed Theisen, 46 anos, estava estirado na estrada Gulf, próximo a Houston, Texas, Estados Unidos. Ele dirigia quando outro motorista bateu na traseira de seu carro. Theisen saiu do carro para trocar informações sobre o seguro com o motorista. De repente, sentiu-se fraco. Agarrou-se à barreira de proteção e caiu, sumindo de vista.

O motorista do guincho que rebocou o carro de Theisen não o viu. O policial que registrou o acidente não o viu. Concluíram que ele tinha simplesmente saído de cena.

Mas Ed Theisen ainda estava lá, no chão, paralisado devido à fratura no pescoço e um ferimento grave na medula espinhal. Ficou caído de lado, encarando o muro de concreto.

Theisen passou a noite inteira sozinho estirado no chão. O tempo foi transcorrendo até somar 36 horas. Ninguém viu, ninguém ouviu.
Foi então que, “por acaso”, alguém que pegava carona na caçamba de uma caminhonete o viu e chamou a polícia. O oficial cutucou Ed Theisen com o cassetete pensando que ele estava morto. Mas ele estava vivo, coberto pela poluição de Houston.
A esposa, Débora, os parentes e os amigos distribuíam panfletos pelo bairro quando receberam a notícia. Débora ligou para o hospital, que lhe informou:

– Ele está aqui. Está vivo e mandou dizer que a ama.

Graça, não acaso. Graça significa que pessoas condenadas à morte sobrevivem. Graça significa que um bom samaritano cruzará o nosso caminho. Graça significa que coisas boas acontecem em meio à poluição. Ainda que seja numa autoestrada de Houston.

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Meditações Diárias 2 012 – Abençoada Inim izade

Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar. Gênesis 3:15
A jornada da vida está repleta de surpresas. Um jovem, com o mundo aos seus pés, joga tudo fora e destrói a vida. Após 20 anos de amor e companheirismo ao buscar construir um lar e estabelecer uma família, um cônjuge abandona tudo e foge com outra pessoa.

Mas há também o outro lado. Existem crianças que aparentemente têm tudo contra si, crianças que nasceram em lares destruídos e defeituosos, crianças cujos pais são alcoólatras, crianças sem alguém próximo que tenha ao menos completado o ensino médio, crianças condenadas à morte prematura por causa das drogas, do conflito entre gangues ou do abuso, mas que de alguma forma sobrevivem, quebram o ciclo, prosseguem quem sabe nos estudos e contribuem para o bem da sociedade, que fica impressionada ao saber de suas origens.

Não estamos sozinhos na batalha desta vida. Se estivéssemos sozinhos, todos nós, a despeito das condições em que fomos criados, seríamos marionetes do diabo. Seríamos movidos para lá e para cá, presos aos cordéis em suas mãos. A queda no Jardim do Éden inclinou de forma irresistível a nossa natureza ao pecado. É muito mais fácil mentir do que falar a verdade, odiar do que amar, trair do que ser fiel.

Mas não estamos sozinhos. Deus não nos deixou no poço que nós mesmos cavamos. Ele pôs inimizade entre a serpente e nós. Não temos que obedecer à ordem de Satanás. Podemos buscar a Deus.

O que é essa inimizade, essa oposição contra o mal, que corre contra a nossa natureza? É a graça.

“É a graça que Cristo implanta na alma que cria no homem a inimizade contra Satanás. Sem esta graça que converte, e este poder renovador, o homem continuaria cativo de Satanás, como servo sempre pronto a executar-lhe as ordens. Mas o novo princípio na alma cria o conflito onde até então houvera paz. O poder que Cristo comunica habilita o homem a resistir ao tirano e usurpador. Quem quer que se ache a aborrecer o pecado em lugar de o amar, que resista a essas paixões que têm dominado interiormente e as vença, evidencia a operação de um princípio inteiramente de cima” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 506).

Obrigado, querido Deus, por essa abençoada inimizade!

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O Dilúvio

Antes de sermos homens de fé. Acredito que a palavra de Deus, a bíblia, foi feita para analisarmos, estudarmos e enfim crer no que é real. Lógico. Sensato!

Muitos criaram várias histórias para dizer o que foi o dilúvio. Os Sumérios, Africanos, Gregos, Maias, Hindus. Entretanto, os que acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus veem essas histórias como uma confirmação da realidade do Dilúvio. O evento aconteceu, e Gênesis apresenta o relato inspirado desse fato. Continue lendo

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Posso confiar nos escritos de Ellen G. White?

Ellen WhiteInfelizmente, não posso responder por você!

Em meados do século XIX uma jovem adventista, chamada Ellen, começou a afirmar que estava recebendo revelações da parte de Deus, através de sonhos e visões. Bom, isto muita gente já disse! Como saber se ela estava falando mesmo a verdade? Já que “o papel aceita tudo”, quem disse que ela realmente escreveu movida pelo Espírito Santo, e não apenas pelos seus próprios desejos? Este artigo pretende mostrar que se você leva a sério a vida eterna e se é Adventista do Sétimo Dia (ou mesmo se não é) estas perguntas não podem ficar sem respostas, a não ser com perigo para a salvação.

Na verdade, ninguém deveria aceitar automática e passivamente a qualquer um que se autoproclame profeta. Precisamos abrigar uma medida saudável de suspeita porque Jesus mesmo disse que um pouco antes de Sua vinda, surgiriam “falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” Mat 24:24. Então, quem disse que Ellen G. White não é parte desta armação do engano? Acreditar que Ellen G. White possui autoridade profética apenas porque a Igreja assim prega ou porque aquele pastor a quem você admira assim acredita, não é algo honesto, e é uma atitude no mínimo irresponsável. Continue lendo

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Adventista é rejeitado em emprego por ser criacionista

O Oslo University Hospital recebeu uma reprimenda de órgãos antidiscriminação da Noruega depois de ter recusado um candidato a emprego que disse não acreditar na teoria da evolução. Um psiquiatra e candidato a emprego denunciou o hospital por discriminação, depois de receber uma carta de rejeição citando suas crenças religiosas como motivo para não ser empregado. A informação foi dada pelo jornal Terra Vårt. “Estamos muito distantes um do outro em termos de visão de mundo, e não acho que isso iria funcionar”, o empregador escreveu na carta. “Meus colegas e eu reagimos fortemente ao fato de que eles [o hospital] usaram isso como justificativa”, disse o médico, que pediu para não ser identificado. “Optei por levar o assunto adiante a fim de obter a confirmação de um órgão independente de que isso não é aceitável”, disse ele ao jornal.

No decorrer da entrevista de emprego, o psiquiatra revelou que é membro da Igreja Adventista do Sétimo dia. O entrevistador perguntou-lhe então o que ele pensa sobre a teoria da evolução, e o que ele disse não foi aceito como verdadeiro.

Em sua decisão, o ombudsman disse que o hospital discriminou o requerente com base em sua fé. O regulador admitiu que o empregador estava dentro de seu direito de levar em conta o parecer do psiquiatra sobre a evolução. Mas o ombudsman acrescentou que o hospital não tinha razões suficientes para concluir que o psiquiatra era inadequado para o trabalho. [...]
(The Local)

Nota [CRIACIONISMO]: Por enquanto, em alguns lugares, a lei ainda defende esses que insistem em remar contra a maré para ser fieis ao Deus Criador. Por enquanto…[MB]

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Inspiração Juvenil 2012 – Tipos de Abraços

Tendo Labão ouvido as novas de Jacó, filho de sua irmã,
correu-lhe ao encontro, abraçou-o, beijou-o e o levou para casa. Gênesis 29:13

Tenho a curiosidade de saber que tipo de abraço Labão deu em Jacó. Aqui estão algumas possibilidades:

1. Abraço em Forma de A. As duas pessoas inclinam-se, uma para a outra, tocando somente a parte superior de seus corpos.

2. Abraço Arroto de Bebê. A pessoa bate rapidamente em suas costas, como se você fosse um bebê precisando arrotar. Esse abraço dá a impressão de que a pessoa está fazendo aquilo porque é necessário.

3. Abraço Toque de Pandeiro. A pessoa nervosamente faz um rá-tá-tá-tá nas suas costas com os dedos. Parece que ela quer se desincumbir de algo o mais depressa possível. Continue lendo

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