Meditação da Mulher 2012 – Aventura na Flórida

O Senhor vela pelos simples; achava-me prostrado, e Ele me salvou. Salmo 116:6

Minha filha lecionava numa escola cristã na Flórida e, para o seu recesso de primavera, havia planejado férias maravilhosas para a família. Voei para Orlando, e minha outra filha, seu esposo e meus dois netos viajaram para a Flórida na casa motorizada dos familiares. Viajamos até Key West, no sul, acampando ao longo do trajeto, desfrutando emocionantes aventuras em cada novo lugar. Os dois garotos contraíram um resfriado, mas se livraram da infecção alguns dias depois.

Ao chegarem ao fim as minhas férias, não me sentia bem, mas achei que havia simplesmente apanhado um resfriado por estar perto da acomodação dos garotos no trailer. Tentei ignorar a situação, mas ela continuou a piorar.

O amigo da minha filha (que mais tarde se tornou seu esposo) é médico e disse a ela que achava que eu estava com pneumonia. Mesmo assim, enquanto não me senti muito fraca, recusei-me inclusive a considerar que estivesse bastante doente. Não queria ser um fardo para minha ocupada filha e desejava retornar para casa, pois minha passagem de volta estava para expirar.

Finalmente, consenti em permitir que minha filha e seu amigo procurassem uma clínica que estivesse aberta naquela noite, mas foi inútil. Assim, levaram-me para a emergência do Hospital da Flórida. Foram feitos vários exames, e na realidade eu estava com pneumonia em ambos os pulmões. Um pneumologista e um cardiologista cuidaram do meu caso, já que descobriram uma fibrilação atrial, que é uma batida irregular do coração.

Fiquei internada na UTI do hospital por alguns dias, até que vagasse um quarto em outro andar. Quando um capelão foi orar comigo, a realidade apareceu. Eu estava doente e necessitando de orações pedindo a cura. Muitos amigos, familiares e membros da igreja ofereceram essa força.

Minha filha se encarregou de fazer todos os telefonemas necessários para meu empregador, a igreja e a empresa aérea, a fim de remarcar minha viagem de volta. Fiquei confinada ao hospital por nove dias, e o cardiologista, sem tato, me disse: “A senhora poderia ter morrido.” Orei ao Senhor com o coração agradecido, porque Ele me livrou da porta da morte quando adiei a procura de tratamento. Pai, perdoa-nos por deixarmos para Te procurar no último minuto. Aqui estamos hoje.

Retha McCarty

Sobre IASD Andradina

Blog do Distrito de Andradina da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
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